Última matéria enviada em 06/10/2008 - Matéria acessada: 3524 vezes
Gretchen, Rita Cadillac e ex-BBBs fracassam nas urnas; cantores se destacam

Os resultados apresentados pelas urnas em todo o país alternaram momentos de esperança e desilusão para famosos - ou quase - que apostavam suas fichas de sucesso na política.

Nem toda a exuberância de Rita Cadillac (PSB) e Gretchen (PPS), por exemplo, foi suficiente para elegê-las nas eleições de 2008. A ex-chacrete tentou ser vereadora em Praia Grande (SP). Morreu na praia. Já a rainha do rebolado tentou ir mais longe: quis a Prefeitura de Itamaracá (PE). Não foi desta vez.

Os ex-BBBs que tentaram voltar aos holofotes foram eliminados no paredão deste domingo. Taty Pink, da 5ª edição do programa global, concorreu a uma vaga na Câmara do Recife (PE). Teve 4.256 votos e não se elegeu. Em Belo Horizonte (MG), Alberto Cowboy (7ª edição) foi rejeitado assim como no reality show, de onde foi eliminado com 85% dos votos do público: recebeu apenas 241 eleitores, enquanto o campeão de votos da capital mineira teve 15.473 votos. A mesma "falta de sorte" teve Didi Brother (1ª edição), que terminou sua aventura nas urnas com (só) 557 votos em Salvador (BA). Em comum, além da fama temporária e a derrota nas urnas, eles têm o fato de terem sido candidatos pelo mesmo partido: o DEM (Democratas).

No campo esportivo, novos legisladores emergiram dos gramados e do tatame. Mais de 10 mil votos elegeram o jogador de futebol Túlio Maravilha (PMDB) em Goiânia - resultado que lhe garantiu o terceiro lugar no ranking dos mais bem votados da cidade.

O judoca Aurélio Miguel, medalhista de ouro nos Jogos de Seul em 1988, conseguiu se reeleger em São Paulo: mais de 50 mil votos. Já Dinei (PDT), ex-artilheiro do Corinthians, acabou o pleito bem votado, com mais de 22 mil votos, mas o número foi insuficiente para pendurar as chuteiras na Câmara paulistana.

A relação de músicos que arriscaram novos acordes na política ganhou alguns exemplos pelo país. No ABC Paulista, o ícone do forró eletrônico Frank Aguiar (PTB) levou, como vice do petista Luiz Marinho, a disputa pela Prefeitura de São Bernardo do Campo para o segundo turno. Na capital, o cantor de pagode Netinho de Paula (PC do B) voltou ao êxito dos tempos de Negritude Júnior: foi o terceiro vereador mais votado de São Paulo, com quase 85 mil votos. Seu contemporâneo no estilo, Luiz Carlos do Raça Negra (PMDB), não acertou o tom: ganhou 7.015 votos. Não deu.

Decepcionados também devem ter ficado os fãs/eleitores de candidatos como Sérgio Mallandro (SP), Kid Bengala (SP), Pit Bitoca (Taubaté-SP), Lacraia (SP) e Enéas Filho (SP). Sejam parte da vida real ou da ficção, tais personagens perderam a chance de representar o povo pelos próximos quatro anos.

Da lista dos polêmicos, Oscar Maroni (PT do B) e sua luta contra a "hipocrisia paulistana", que englobou a defesa do "sexo livre", teve apoio de insuficientes 5.804 eleitores.

 
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