Última matéria enviada em 13/06/2008 - Matéria acessada: 2572 vezes
ES passa a fazer parte de um dos roteiros da Estrada Real

O Espírito Santo foi incluído recentemente em um dos roteiros da Estrada Real. A rota passa a integrar os estados do Sudeste do País e foi criada dentro de um conceito histórico-cultural concebido na época da colonização, quando os portugueses utilizavam diversos caminhos para transportar as riquezas de Minas Gerais para os portos mais próximos, a fim de levá-las para o Velho Mundo. O roteiro será um dos destaques no 3º Salão de Turismo no Anhembi em São Paulo de 18 a 22 de junho.

Inicialmente, o caminho ligava a antiga Villa Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty. Mas, pela necessidade de uma via de escoamento mais segura e mais rápida ao porto do Rio de Janeiro e também por imposição da Coroa, foi aberto um caminho novo. A rota de Paraty passou a ser o caminho velho, a partir do século XVIII. Com a descoberta das pedras preciosas na região do Serro, em Minas, a estrada se estendeu até o Arraial do Tejuco (atual Diamantina), deixando Ouro Preto como o centro de convergência da Estrada Real.

Quatro macrorroteiros foram então desenhados para expressar bem o caminho que os colonizadores faziam: Caminho dos Diamantes (que vai de Diamantina a Ouro Preto em Minas Gerais), Caminho Velho (de Ouro Preto a Paraty, no Rio de Janeiro), Caminho Novo (também de Ouro Preto ao Rio de Janeiro) e o Caminho de Sabarabuçu (de Belo Horizonte a Ouro Preto).

Atualmente a Estrada Real possui 1.632 quilômetros de extensão, com quase 200 municípios de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro e a recente inclusão do Espírito Santo. A rota está sendo analisada pela Unesco para ser tombada como bem imaterial da humanidade.

Um debate realizado em maio, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, contribuiu para divulgar uma idéia que tem unido mineiros e capixabas: a concretização da Rota Imperial da Estrada Real - a Estrada São Pedro DAlcântara. Construída no século 19 para ligar Minas ao Espírito Santo, a estrada pode ser alavanca para o desenvolvimento turístico dos dois Estados. Na reunião da Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo, com 11 convidados, governos, empresários, especialistas e políticos destacaram a oportunidade da idéia, mas também o desafio que é concretizar a inclusão da Rota Imperial no Circuito Estrada Real.

Percurso

Segundo dados da Assembléia Legislativa do Espírito Santo, a Rota Imperial abrange cerca de 140 km, com cerca de oito municípios na região das montanhas capixabas e da imigração alemã, italiana, suíça, austríaca e polonesa: Santa Leopoldina, Viana, Domingos Martins, Venda Nova do Imigrante, Conceição do Castelo, Muniz Freire, Ibitirama e Iúna.

Com informações da Agência Estado

 
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